
Não é falta de cliente, não é o ponto, não é a crise. É que ninguém tem um motivo pra lembrar do seu bar na hora de escolher. E isso tem conserto.
Conversa direta comigo no WhatsApp. Sem sistema, sem formulário, sem enrolação.
Você paga as contas nervoso, torcendo pra sobrar.
Casa vazia e você lá dentro, do mesmo jeito.
Enche, você consegue respirar. E na segunda começa tudo de novo.
Ele não tem um produto melhor que o seu. Tem uma marca que as pessoas lembram na hora de escolher. O seu bar tem tudo pra ser esse, só falta ser visto assim.
Todo bar vende cerveja.
O seu precisa vender um motivo pra escolherem ele.
É isso que eu faço: crio a marca do seu bar e coloco pra rodar nas redes por um mês, sem mexer na sua operação.
O problema não é você, dono de bar.
O problema é que o seu bar nunca teve uma estratégia. O rival que cresce não é melhor que você, ele só é mais lembrado. E lembrança não é sorte: é construção. Pensa na Heineken: mesmo álcool de uma cerveja qualquer, e pagam mais caro porque confiam na marca. Com bar é igual.
Tem bar excelente demais passando despercebido. Casa com história, com petisco que ninguém faz igual, com dono que dá a vida, e que mesmo assim não é lembrada na hora de escolher onde ir. A Vince nasceu pra corrigir isso.
Não sou consultor e não mexo no seu bar por dentro, no cardápio, na cozinha, na equipe. Cuido de como ele é visto, lembrado e escolhido, do jeito que ele é de verdade, pra cidade inteira ficar sabendo o que só os seus clientes fiéis sabem hoje.
Aprendi o ofício em agências de Campinas, São Paulo e Londres, atendendo marcas grandes. Mas fica tranquilo: essa bagagem agora trabalha no tamanho do seu bar, feita pra caber na realidade de quem toca uma casa, não no orçamento de multinacional.
Foi assim que nasceu o Método Alma Boêmia.
Três movimentos, uma direção: fazer a cidade escolher o seu bar de propósito, não por acaso.
Eu mergulho no seu bar e te mostro, preto no branco, por que ele não é lembrado. Como a cidade enxerga o seu bar hoje, o que os concorrentes andam fazendo, e o que você tem de melhor que ninguém fica sabendo. Você recebe: um raio-x do seu bar.
Transformo o que o seu bar tem de melhor em algo que a cidade reconhece: nome, cara, cores, jeito de falar, o petisco da casa, o motivo pra escolherem você numa terça. Você recebe: a estratégia e a identidade visual do bar, num manual pronto pra usar.
Pego essa marca e coloco pra rodar no seu Instagram por 30 dias, com constância. Não pra ganhar curtida, pra encher mesa. Você recebe: um mês de conteúdo aplicado e um padrão pra seguir sozinho depois.
Por dentro, são 8 etapas com começo, meio e fim. Cada uma com nome de noite de bar, porque é disso que se trata. Você acompanha tudo, sem precisar entender de marketing:
Marca não é enfeite, é o que enche mesa. Quando o seu bar tem cara e um motivo claro, as pessoas lembram dele na hora de decidir onde ir. Quem lembra, escolhe. Quem escolhe, senta. E quem senta e gosta, volta e traz gente. Não é curtida virando post, é gente virando cliente.
Movimento distribuído na semana, não só concentrado na sexta e no sábado.
Além dos de sempre, sem perder quem já é da casa.
Recomenda e reconhece quando vê, independente de onde.
Aquela cena que você sempre imaginou: alguém indicando o seu bar pra uma pessoa que você nunca viu na vida. Seu bar como referência, não como opção.
Sou campineiro, cresci em mesa de bar e trabalho com marcas há 6 anos. Passei por agências em Campinas, São Paulo e Londres, e por marcas como Unilever, Record TV e Prefeitura de Campinas.
Voltei pra cá pra fazer o que eu mais gosto: pegar bar bom e esquecido e transformar em referência. Aliás, se eu falo que crio marca para bares, é porque eu frequento, e nasci dentro da boêmia.
Conheça meu portfólioNão. Consultoria mexe na operação: cardápio, custo, equipe, processo. Eu não toco em nada disso. Eu construo a marca do seu bar, como ele é visto e lembrado por fora. Um arruma a máquina por dentro, o outro faz as pessoas quererem entrar. Eu faço o de fora.
Eu não prometo milagre. Te mostro o diagnóstico primeiro, você decide depois. Cada etapa tem entrega que você vê.
Nem precisa. Esse é o meu trabalho. O seu é fazer o que você já faz bem: tocar o bar.
O método não muda a alma do seu bar. Revela ela. Os de sempre vão continuar e vão trazer gente.
Depende de onde o seu bar está e do que ele precisa. Por isso a conversa começa pelo diagnóstico: você entende o que seria feito, em quanto tempo e por quanto, antes de decidir qualquer coisa.
Nem precisa ter. O método foi desenhado pra quem passa o dia dentro do bar: eu conduzo, você valida. Seu tempo entra em conversas pontuais, não em tarefa nova.

O primeiro passo é um diagnóstico do seu bar: você enxerga o que está travando antes de decidir qualquer coisa, sem compromisso. Me chama no WhatsApp, eu respondo com sinceridade, inclusive se o método não for pra você.
Chamar o Vitorelli no WhatsApp